After all this time? Always!

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“- Eu gostaria…gostaria que eu é que estivesse morto…
– E que utilidade isso teria para alguém – perguntou Dumbledore, friamente – Se você amou Lílian Evans, se você a amou verdadeiramente, então o seu caminho futuro é cristalino.
Snape parecia espiar através de uma névoa de dor, e as palavras de Dumbledore levaram um longo tempo para alcançá-lo.
– Como…como assim?
– Você sabe como e por que ela morreu. Empenhe-se para que não tenha sido em vão. Ajude-me a proteger o filho de Lílian.

– Ele não precisa de proteção. O Lorde das Trevas se foi…

– O Lorde das Trevas retornará, e Harry correrá um perigo terrível quando isso ocorrer.
Fez-se uma longa pausa e lentamente Snape recuperou o controle, normalizou sua respiração. Por fim, disse:
– Muito bem. Muito bem. Mas jamais, jamais revele isso, Dumbledore! Isto deve ficar entre nós! Jure! Não posso suportar…particularmente o filho de Potter…Quero sua palavra!
– Dou a minha palavra, Severo, de que jamais revelarei o que você tem de melhor. – Dumbledore suspirou, olhando para o rosto feroz e angustiado de Snape. – Se você insiste…”

Alan, você foi fantástico, excepcional, sensacional, brilhante.. você foi o Snape mais perfeito que eu, e todos os Potterheads, poderíamos imaginar. Não é fácil dizer adeus, principalmente duas vezes, mas eu sei que independente de onde você estiver, você está em paz, você está descansando.

Snape não é e nunca será um dos meus personagens favoritos, na verdade eu detestava ele, mas ele como você, tem todo o meu carinho, admiração e respeito.

Passei muitos anos (5 anos) sem assistir Harry Potter, e este ano eu decidi que iria ser o primeiro filme que iria assistir em 2016. E logo hoje, a notícia do seu falecimento vem a tona. Não é fácil, não está sendo nada fácil… mas prometo que continuarei sendo Potterhead.

Muito obrigada por tudo! Descanse em paz, Ranhoso.

After all this time? Always! 

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Um passo de cada vez…

Tão provável que tudo que acontece me faria escrever, por toda intenção que tenho, poderia escrever muitas, se não exageradas e demasiadas faces de um único sentimento que talvez você sinta. Reluto apenas, que você me entenda em algumas poucas e talvez suficientes linhas para que fique claro: não é difícil ser feliz.

Tanto escutei, tanto tive que ouvir de cabeça baixa que eu vivia de passado. Escutei de quem não devia, de quem deveria manter o silêncio (pela unânime paz), mas escutei de quem sempre quis o meu bem. Não por eles, mas por mim, uma decisão. Por que continuar aqui, se me faz mal? Mais do que necessário a distância. Não só por isso, eu precisava pensar. Fazia tempo que já não pensava mais em mim. A confusão que mantinha constante na minha mente, fazia com que um gigantesco ponto de interrogação surgisse, tintilando: o que eu estou fazendo aqui, ainda? Uma escolha que não possuía opções, seguir em frente.

Foi quando, sem procurar nem perseguir motivos para conhecer alguém que me fizesse feliz, eu conheci. Num acidente quase proposital, sem acasos apenas destino, nós. Meu medo sempre foi de transparecer o que sinto. De parecer quase carência e querer que tudo aconteça rápido demais. Um dia desses descobri que o tempo é como uma arma quieta e silenciosa mas que sempre ameaça. Que está sempre ali pra apontar que cada segundo pode ser um desperdício mas pode ser necessário. Sabe o medo precipitado? De dizer eu te amo sem realmente sentir? Ainda é cedo demais para amores. Já errei tantas outras vezes por desejar quando o tempo ainda não desejava. Resolvi, por precaução, me deixar levar pelo tempo. Esperar a hora certa e inusitada de ouvir, e o mais importante, acreditar num eu te amo.

Não existe amor em três meses, não existem verdades e ‘para sempres’ que surjam e durem em tão pouco tempo. Você pode acreditar, você pode sentir, mas o tempo leva tudo isso. Por isso quis, mais uma vez, o silêncio. Estampar um sorriso, quando naqueles meros segundos antes que os lábios se toquem, ao ouvir eu te amo. Não concordar, nem discordar, apenas aceitar. Feliz dessa forma, realizada nas medidas certas. Sentindo surgir, gradativo, o sentimento. Porque eu poderia me importar no que o veste ou os lugares que ele frequenta. Mas preferi me encantar pela sua (e também minha) música favorita, o seu sorriso, suas mãos, seu cabelo bagunçado. Seu perfume, o jeito com que ele me abraça e me faz feliz. Uma opção minha, escolha desnecessária porém certa, sentir pelo ser e não pelo ver.

Não perseguir motivos para sentir logo os efêmeros efeitos de uma nova paixão. Deixar apenas esquentar e apenas crescer o sentimento que há tanto tempo deixei congelado dentro de mim. Esquecer que existem defeitos, mas enxergá-los também no auge da felicidade. Não há motivos que eu sonhe, se a realidade me contenta agora. Mas não preciso abrir os olhos e viver com os pés no chão. Só percebi que às vezes tudo que te machuca não passa de aceitar uma opção que não é a única. É possível mudar e seguir em frente. Mesmo que canse ser julgada e criticada o tempo todo. Não é difícil ser feliz, desde que não queira isso imediatamente. Passei a viver cada momento, sem querer ser feliz em cada segundo. Deixei de julgar, para então sentir as mais belas essências de alguém tão importante. Foi quando eu fechei os olhos e abri meu coração, descobri que o amor é cego, mas que é o melhor sentimento do mundo, ah isso é!

[…] jornal é como a vida,continua, continua sempre e a gente tem de ir virando as folhas, como se vira a folhinha de calendário cada dia, cada mês e cada ano. {Comício, 1952}

“É curiosa esta experiência de escrever, mais leve e para muitos eu escrevia “minhas coisas” para poucos.” {Jornal do Brasil, 1972}

Por: Clarisse Lispector.

Nosso dia 20!

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E eu só queria te agradecer por ter reaparecido na minha vida. Por ter me convidado pra ir no cinema. Por toda aquela conversa tosca que tivemos que se resultou no nosso primeiro beijo. Pelas suas mãos geladas e pelo coração acelerado no nosso primeiro encontro. Por ter me convidado pra assistir Homem de Ferro. Por não ter se desgrudado de mim em nenhum segundo naquele cinema. Por ter desejado junto a mim, que aquele dia não terminasse nunca. Por ter feito com que eu me sentisse especial. Por dizer todos os dias que eu sou a coisa mais linda da sua vida!

Por sempre me encher de beijos, mimos, chamegos e carinhos. Por brigar comigo quando eu menos esperar e mais merecer. Por não me deixar desistir dos meus sonhos. Por me fazer confiar em você com um simples olhar. Por me ensinar todos os dias o verdadeiro valor e amor de Deus. Por confiar em mim. Por me amar do jeito que eu sou e me aceitar assim e brigar comigo quando digo que quero mudar algo no meu corpo.

Por me mostrar todos os dias que os nossos planos estão entrelaçados sim. Por dizer que já me imagina sendo mãe e ele pai. Por demonstrar ansiedade todas as vezes que eu sinto enjoou, porque a sua carinha de “será que é?!” é inigualável! Hahaha

Enfim, meu amor, obrigada pelos nossos 365 dias juntos! Você me faz feliz demais e eu sou grata a Deus por estarmos juntos.

Te amo muito! ♥ #feliz1ano #bodasdepapel

Tag: Amo/Odeio

Fui indicada pela Julia do blog Viver e Agradecer para responder a Tag Amo/Odeio. É a primeira vez que faço um post assim aqui neste blog, porque esse do wordpress eu decidi fazê-lo para ser o meu “diário”. O lugar que eu falo de amor, das minhas crises existenciais e etc. Mas eu gostei da tag e por isso resolvi responde-la aqui mesmo, obrigada Ju por me indicar! 🙂

As regras são simples:

– Dizer 10 coisas que ama e 10 coisas que odeia
– Indicar 10 blogs para responder a tag
– Colocar o selo da tag
– Link quem te indicou

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Amo:

1. Dormir
2. Acordar cedo e dormir cedo
3. Cinema
4. sorvete
5. Horácio, meu Ogro
6. céu, nuvens, sol, chuva
7. ouvir música
8. cães e gatos
9. tecnologia
10. viajar

Odeio:

1. Mentiras
2. Ignorância
3. Cobra, aranha, tubarão
4. Comida gordurosa
5. Pés gelados
6. Saudade
7. Dormir tarde e acordar tarde
8. Depender de alguém
9. Pessoas intrometidas
10. Ver animais sendo maltratados

Ao invés de indicar 10 blogs, vou deixar a tag em aberto e quem quiser responder em seu blog, fique a vontade! 😉